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… E COvida aprova, mas manda aguardar

Para a ADDC dois mil e dezassete é considerado por muitos dos seus membros com ano em que começou a chegar a luz no fundo do túnel da ADDC. Foi ano em que a nossa associação começou a se erguer dos escombros.

Apesar das dificuldades, conseguimos a Assembleia-Geral que colocou a organização nos “carris”, plantando os “louros”, cujas flores estamos a colher.

Com efeito, para além do projecto “O Direito de Ser Rapariga, Trabalhando para a Eliminação dos Casamentos Premturos”, ganhamos igualmente o concurso de apresentação de projectos para a Prestação de Serviços e Assistência a Crianças Órfãs e Vulneráveis, vulgarmente conhecido por PSA COVs ou simplesmente COVIda. COVida é um programa de cinco anos financiado pela USAID/PEPFAR e implementado pela FHI 360 e pelos seus parceiros do consórcio nomeadamente, CARE, Visão Mundial, PATH, N’weti e Palladium.

O referido programa tem em vista o melhoramento da saúde, do estado nutricional e do bem-estar das crianças órfãs e vulneráveis (COVs).

O projecto será implementado no Distrito Municipal da Catembe, ou seja noutro lado da Baía de Maputo.

A ADDC ganhou o curso juntamente com a Associação dos Jovens  Raíses da Catembe (AJRC). Embora as duas organizações tivessem participado no concurso separadamente, deverão partilhar a implementação das actividades por decisão do financiador, a FHI360, depois de constatar que cada uma delas tinham fraquesas que poderiam ser superadas se trabalhassem em conjunto.

As duas ONGs já assinaram acordo de parceria a resposta daFHI360 para o arranque da implementação das actividades.

Previa-se que o projecto arrancasse até Abril do ano em curso, mas até aqui não há data marcada, aguardando-se a todo o momento o sinal do financiador para o início dos passos subsequentes ao desembolso dos fundos.

 

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